Uma estratégia começa pelo diagnóstico correto
Débitos tributários podem impedir certidões, limitar crédito, comprometer contratos e pressionar o fluxo de caixa. Antes de aderir a qualquer parcelamento, é necessário entender a composição da dívida, sua fase de cobrança e a capacidade real de pagamento da empresa.
O diagnóstico pode considerar débitos federais, situação na dívida ativa, parcelamentos existentes, garantias, prescrição e decadência, capacidade de pagamento e modalidades de transação tributária disponíveis.
O que pode ser avaliado
- Conferência dos débitos e identificação de inconsistências.
- Revisão de parcelamentos e impacto das parcelas no fluxo de caixa.
- Análise da CAPAG e pedido de revisão, quando cabível.
- Avaliação de transação tributária, descontos, prazo, entrada e uso de créditos, quando admitidos.
- Prioridades para recuperar ou manter CND ou CPEN.
Plano de regularização
Com os dados organizados, a empresa recebe cenários comparáveis e um plano de ação. A melhor alternativa não é necessariamente a menor parcela: é aquela que equilibra custo total, prazo, risco e capacidade de cumprimento.
Pergunta frequente
Toda dívida tributária pode receber desconto?
Não. Descontos e condições dependem do tipo de débito, da fase de cobrança, da classificação aplicável e das regras vigentes. A análise individual evita criar expectativas incompatíveis com o caso.